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Como o calor extremo em 2025 mudou o comportamento energético das empresas

12 de janeiro de 2026

O calor extremo em 2025 não foi apenas um tema recorrente nas previsões do tempo. Ele se tornou um fator concreto de impacto na rotina das empresas e no consumo de energia ao longo do ano. 

Ondas de calor mais intensas, prolongadas e frequentes alteraram a forma como os ambientes corporativos operam, exigindo mais eletricidade, mais tempo de climatização e novas decisões de gestão.

O calor extremo passou a ser um elemento estrutural na análise do consumo de energia das empresas. Em 2025, gestores perceberam que variações climáticas intensas deixaram de ser episódicas e passaram a influenciar decisões operacionais, orçamentárias e estratégicas. O aumento da temperatura média ao longo do ano criou um novo padrão de consumo energético, mais elevado e menos previsível, exigindo atenção contínua das áreas financeira, operacional e de sustentabilidade.

O resultado foi um aumento perceptível na demanda por energia, especialmente nos primeiros meses do ano, quando as temperaturas atingiram patamares acima da média. 

A seguir, você vai entender como o calor extremo afetou o dia a dia das empresas, quais mudanças ocorreram no comportamento energético e o que esse cenário ensina para os próximos anos. 

Boa leitura!

 

O cenário do calor extremo em 2025

O calor extremo em 2025 está entre os mais severos já registrados em escala global e reforça a consolidação de uma tendência de aquecimento contínuo. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o mundo segue em direção a um aumento de temperatura entre 2,3 °C e 2,5 °C até o fim do século, mesmo que todos os compromissos climáticos atuais sejam cumpridos. 

No Brasil, esse quadro se manifestou por meio de ondas de calor mais longas e intensas, especialmente nos meses de janeiro e fevereiro. Diversas regiões enfrentaram sequências prolongadas de dias com temperaturas elevadas, sensação térmica ainda mais alta e pouca variação climática ao longo da semana.

Os efeitos apareceram também nos indicadores energéticos. De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o consumo de energia elétrica no Brasil cresceu 1,3% no primeiro quadrimestre de 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior, com 73.567 MW médios. 

 

calor extremo

 

Como o calor extremo de 2025 mudou o comportamento energético das empresas

O calor extremo de 2025 impactou diretamente a rotina das empresas e provocou mudanças concretas no comportamento energético ao longo do ano. A principal transformação esteve no uso da climatização, que passou a operar por períodos mais longos e com maior intensidade para garantir condições mínimas de conforto e produtividade.

Com temperaturas elevadas, sistemas de ar-condicionado começaram a funcionar mais cedo e a permanecer ligados até o fim do expediente. Em muitos casos, o funcionamento contínuo se tornou padrão, aumentando o consumo diário de energia.

Esse efeito foi ainda mais significativo em ambientes de grande porte, como indústrias, centros de distribuição, hospitais, shoppings e data centers, que exigem maior capacidade de refrigeração.

Esse movimento reflete uma tendência global. Segundo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a capacidade global instalada de resfriamento deve triplicar até 2050 em comparação com 2022, impulsionada pelo aquecimento contínuo do planeta.

 

O que o calor extremo de 2025 ensina para o planejamento de 2026

Os aprendizados deixados pelo calor extremo em 2025 indicam que eventos climáticos intensos não devem ser tratados como exceção, mas como parte do planejamento energético das empresas.

A tendência é que ondas de calor se tornem mais frequentes e prolongadas, exigindo estruturas mais resilientes e decisões mais estratégicas. A demanda por eletricidade tende a crescer, especialmente em setores que dependem de ambientes controlados, como tecnologia, saúde, indústria e serviços.

Além disso, o calor extremo aumenta a pressão sobre a infraestrutura elétrica, elevando riscos de sobrecarga e instabilidade no fornecimento. Isso reforça a importância de antecipar cenários e considerar o clima como variável central na gestão do consumo.

Outro ponto relevante é a previsibilidade financeira. Com o aumento do consumo em períodos específicos, empresas ficam mais expostas a oscilações de preço e custos elevados, principalmente em horários de ponta. Planejar o consumo considerando o impacto do calor passa a ser uma necessidade estratégica.

 

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Ações para reduzir os impactos do calor extremo nas empresas

Com o calor extremo, mudanças operacionais ajudam a reduzir impactos no consumo de energia e a manter a operação mais estável. 

Abaixo, ações que podem ser aplicadas em 2026.

Ajustes imediatos na climatização

  • Manter o ar-condicionado entre 23°C e 25°C para evitar sobrecarga dos equipamentos.
  • Realizar limpeza frequente dos filtros e manutenção preventiva.
  • Evitar o funcionamento contínuo sem necessidade.

Redução da carga térmica dos ambientes

  • Uso de películas solares e cortinas térmicas em áreas envidraçadas.
  • Soluções de sombreamento em fachadas e áreas externas.
  • Melhor vedação de portas e janelas para reduzir a troca de calor.

Organização das rotinas internas

  • Reduzir abertura constante de portas com climatização ligada.
  • Ajustar horários de atividades mais intensas para períodos menos quentes.
  • Orientar equipes sobre o uso consciente de climatização.

 

Soluções estratégicas para lidar com o aumento do consumo energético

Com o consumo de energia em alta, impulsionado pelo uso mais intenso da climatização, muitas empresas passaram a rever não apenas quanto consomem, mas como contratam e gerenciam energia. 

O cenário de calor extremo em 2025 reforçou a necessidade de escolhas mais estruturadas, capazes de responder a picos de demanda sem comprometer o planejamento do negócio.

Nesse contexto, ganham espaço soluções que oferecem mais previsibilidade, flexibilidade e alinhamento com o novo cenário climático, como:

  • Assinatura de energia solar, que viabiliza o consumo de energia renovável sem obras ou instalação de painéis, ajudando a equilibrar o aumento do uso em períodos de calor.
  • Migração para o mercado livre de energia, que amplia a flexibilidade contratual e a previsibilidade, especialmente em momentos de crescimento do consumo.

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Como a Echoenergia apoia empresas diante do calor extremo

Diante de um cenário em que o calor extremo em 2025 alterou de forma significativa o comportamento energético das empresas, contar com parceiros especializados se torna ainda mais importante.

A Echoenergia, parte do Grupo Equatorial, é especialista em geração e comercialização de energia renovável, com 1,8 GW de capacidade instalada, sendo 1,2 GW em parques eólicos e 574 MW em usinas solares. Com presença nacional e expertise técnica, apoia empresas na gestão do consumo de energia em cenários cada vez mais desafiadores.

Veja como a Echoenergia ajuda empresas a lidar com mudanças climáticas e prever impactos no consumo ao longo do ano.